A BÍBLIA JÁ DECLARAVA QUE A LUA NÃO POSSUI BRILHO PRÓPRIO
Jó 25:5 “Eis que até a lua não tem brilho...”
A Bíblia esta corretíssima em afirmar que a lua não emite brilho algum.

A Lua tem um albedo (potencia refletora) muito baixo, reflete apenas 7% da luz solar, isto devido as rochas vulcânicas que possui. Sua notável luminosidade aparente é devido ao contraste com o céu negro da noite. A magnitude da Lua Cheia é de -12,7, sendo portanto o objeto mais brilhante do céu depois do Sol. Mas essa luminosidade não é própria; é uma reflexão dos raios solares que incidem sobre o satélite natural.
Isso é evidenciado nos eclipse solar total e anular, quando a terra estra entre a lua e o sol, e o satélite se apresenta totalmente escuro no céu.

Em uma das declarações mais antigas da Bíblia, a frase de Bildade, um dos amigos de Jô, revela um grande princípio astronômico.
As investigações com o satélite natural da terra começaram com Galileu Galilei, com a invenção dos telescópios, mas só foi em 1950 que o homem conseguiu desvendar os segredos deste corpo celeste.
A Bíblia novamente traz uma antecipação científica, como uma pérola perdida em meio ao baú de tesouros teológicos que é o livro de Jó. Com um estilo literário sapiencial e poético, o livro do patriarca é profundamente teológico, e revela grandes temas da Teologia: a Graça Total, a origem do sofrimento, o grande conflito, e pérolas de declarações com fundamentos astronômicos.
Por que essa declaração está em um livro essencialmente teológico? Os discursos realizados por Jó e seus amigos são repletos de elementos culturais e referenciais ao Deus Eterno; trata-se de uma cultura antiguíssima e que se baseava no “Temor do Senhor”. A declaração nada mais é do que uma inspirada composição poética feita por Bildade, que foi deixada para apontar para o aspecto revelacional que as Sagradas Escrituras possuem.
Escrito por Augusto às 3:11 PM
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