Ciência na Bíblia
   OBSERVAÇÃO CLÍNICA – UMA INVENÇÃO BÍBLICA

“Qualquer que lhe tocar a cama lavará as suas vestes, banhar-se-á em água e será imundo até à tarde”. Levítico 15:5

Umas das medidas para qualquer situação que um Israelita pudesse se contaminar com uma doenças em potencial, era o procedimento de se lavar com água e ficar sob observação até a tarde.

técnicas antes do surgimento da medicinatécnicas antes do surgimento da medicina

Esse tipo de regra evitava que o contato com cadáveres, doentes, pessoas com infecções etc, propagassem doenças.

Esse controle era feito por funcionários do Tabernáculo (Sacerdotes e Levitas) que funcionavam como Agentes de Saúde para a toda a comunidade. Nesta época estima-se que os Israelitas estavam no deserto em numero de 1,5 milhões de pessoas; uma epidemia seria fatal nas condições de acampamento em que viviam.

O procedimento era feito quando as pessoas entravam em contato com doentes, cadáveres etc; deveriam se lavar, e desinfetar vestes e a cama. Isso era uma regra majoritária; quem não se lavasse era considerado ‘imundo’ e sofria penalidades por colocar o acampamento em risco. Depois a pessoa ficava em observação até o final do dia, provavelmente para se evidenciar possíveis sintomas como febre, mal estar ou qualquer sintoma que indicasse uma doença.

o Sacerdote como um agente de saúde

Em outros casos a pessoa ficava mais dias isolada até o desaparecimento dos sinais que já haviam exibido.

A rotina de se banhar, lavar as mãos e outros hábitos higiênicos eram comuns em Israel; todos tinham associações cerimoniais, mas claramente eram regras sanitárias. São conceitos revolucionários que estão na Bíblia, e mesmo depois de escritos, nunca foram evidenciados ou usados pelas demais civilizações por ignorarem os escritos de Israel. Trata-se do princípio da quarentena, que apareceu somente no Século 18 na Europa.

Lavar as mãos, desifectar roupas e ambientes, somente foram adotados como procedimentos assépticos, nos últimos 200 anos e mais especificamente nos últimos 50 anos, foram usados como procedimentos hospitalares básicos.  



Escrito por Augusto às 2:42 PM
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   AS ESPÉCIES DE ORGANISMOS DESCRITAS NA BIBLIA

“Segundo as suas espécies.” A Bíblia declara que Deus criou o primeiro casal humano e que deste descenderam todos os outros humanos. (Gênesis 1:26-28; 3:20) Ela diz que com outras coisas vivas, tais como peixes, aves e mamíferos, aconteceu o mesmo, surgindo eles “segundo as suas espécies”. (Gênesis 1:11, 12, 21, 24, 25) Isto é exatamente o que os cientistas encontraram na criação natural, que todas as coisas vivas procedem de pais da mesma espécie. Não há exceção.

 Microorganismos pluricelularesmicroorganismos unicelulares - Virus influenza

A suposta teoria evolucionista que dita que a partir de seres vivos menos complexos (microorganismos – bactérias, amebas e parasitas) os seres superiores teriam evoluído para espécies mais complexas, não procede a realidade do potencial destes seres vivos microscópicos. Como seres primordiais, era de se esperar que nestes 200 anos de observação, desde o advento do microscópio que formas intermediarias pudessem ser observadas.

As formas vivas mais simples possuem um potencial genético diferenciado, lhe conferindo características reprodutivas e de adaptação que não existem nas formas superiores. Essa diferenciação no entanto não coloca estes seres em uma escala evolutiva, muito menos de diferenciação e evolução morfológica; mesmo com a manipulação genética tão extensiva no campo da pesquisa, o que os cientistas observam é que as espécies são estáticas em sua espécie.

Embora seja verdade que existem sub-especies, estas não se deixam envolver geneticamente com as demais em uma escala evolutiva ou de diferenciação.

forma bacilar de bactériasMycobacterium tuberculosis - em vermelho

O mesmo bacilo que infectava a 2000 anos atrás os moradores do Oriente Médio (descrito pela Bíblia) apresenta os mesmos tropismos pelo tecido cutâneo que eram manifestos nos leprosos daqueles dias. A mesma sintomatologia é desenvolvida até hoje, quanto a doença.

Era de se esperar que o espaço de 2000 anos desenvolvesse mudanças comportamentais do bacilo em relação ao seu hospedeiro, e que no mínimo novas manifestações fossem observadas nos leprosos da atualidade.

No entanto o livro de levíticos que descreve a sintomatologia da doença a 3500 anos atrás, também descreve a mesma etiologia, epidemiologia e sintomatologia da doença.

 comportamento do bacilo e sintomatologia da doença, a mesma que 35000 anos atrás

As espécies mais simples como os vírus, bactérias e parasitas não podem evoluir para seres mais complexos. A Bíblia afirma essa Lei da Biologia e Genética; uma Lei que o Criador dos seres viventes estabeleceu e que são inexoráveis, como discutimos.

 



Escrito por Augusto às 10:59 AM
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