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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 1
O relato que as Sagradas Escrituras fazem da criação de nosso Planeta, é considerado por muitos cientistas, como um relato ingênuo e fabuloso. Mas essa opnião, não tem apoio da própria ciência. Todo relato ou fato científico (como é o relato Bíblico) deve ser comprovado experimentalmente, até que o mesmo seja considerado como descartável ou verdadeiro.

E as Sagradas Escrituras possuem argumentos que a comprovem; deve portanto ser respeitada como fonte de análise, para conclusões científicas. Muitas conclusões sejam evolucionistas ou criacionistas, podem esbarrar nas exigências analíticas; quando porém, as conclusões resultam da observação do processo natural, sem interferentes, é esperado que esteja mais próximo da realidade, e seja mais confiável.
O relato Bíblico da Criação do nosso planeta possui base científica,apoiando-se em evidencias reais no cosmos; numerosos arguemntos comprovados principalmente pela observação dos fatos que se repetem ou que se encontram em a natureza, evidenciam a realidade do Gênesis da Terra, e este estudo é um deles.

Encontramos inicialmente em a narrativa do Gênesis, um corpo planetário sem forma e vazio; a seguir um Planeta com um núcleo rochoso envolto por um oceano; mais adiante um Planeta com a Terra exposta, mas com oceanos e rios limitados; e por fim o Planeta habitado, por plantas, e posteriormente por animais e humanos.
Considerando estas fases que ocorreram até o nosso Planeta se tornar habitável, notamos que existem outros mundos em nosso Sistema Solar que são Modelos da Terra em suas fases iniciais da Criação. Aqui se encontra o objetivo desta análise; encontrar pela observação experimental, planetas que sejam modelos estruturais, que comprovem a realidade da narrativa do Gênesis da Terra.
Observaremos que nossos Planetas vizinhos se encontram de uma forma, em que nosso próprio Planeta esteve, ao ser criado por Deus. São evidencias reais, de como o relato do Gênesis da Terra é verdadeiro e tem peso científico; os planetas de nosso Sistema Solar foram deixados pelo Criador desta forma por conveniência da Infinita Sabedoria, e porque são necessários que assim estejam para o equilíbrio do ´microcosmos´ que é o nosso Sistema de Corpos Celestes, diante do Universo.
“A terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo, mas o Espírito de Deus pairava sobre a face das águas.” Gênesis 1:2
Talvez o motivo porque o terceiro planeta após o Sol, tenha sido o escolhido pelo Criador para onde criar formas de vida, tenha sido o mesmo fator que hoje os cientistas procuram em um Planeta, para afirma se lá existe vida – a água.
O relato bíblico afirma que apesar de vazio (sem vida) havia um abismo, ou profundezas de um extenso oceano, e que o próprio Criador passeava sobre a face das águas.
Com o conhecimento que temos hoje, da atmosfera de cada Planeta e seus satélites naturais (luas) podemos evidenciar que o único que possuia chances de albergar vida era a Terra.
Em nosso Sistema de Corpos Celestes temos 9 Planetas e aproximadamente 95 Satélites, e nenhum deles comprovadamente possui Água como a Terra.
Esforços são feitos pela NASA, e mais especificamente agora de uma forma conjunta através da Estação Espacial Internacional (da qual o Brasil também faz parte), para se descobrir vida em outros planetas; o requisito básico é investigar antes se o Planeta possui Água.
Mas o relato da Criação que ocorre no 1o dia, onde Deus separa as águas, nos oferece um quadro do Planeta no dia anterior – com um núcleo rochoso, recoberto por uma atmosfera caótica de águas.
Escrito por Augusto às 6:13 PM
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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 2
A Estrutura de Júpiter X Terra no 1o dia da Criação
“E disse Deus: haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.” Gênesis 1:6

Terra e Júpiter são dois planetas totalmente diferentes, talvez haja mais evidências que os diferencie do que os assemelhe; os dois possuem dimensões que os diferem, ao ponto de quase nosso Sistema Planetário ser classificado tendo os dois como referenciais; a Terra se encontra entre os Planetas Terrestres ou Sólidos e Júpiter entre os Planetas Gigantes ou Gasosos.
Mas a relação que queremos estabelecer está em sua estrutura, em relação a fase primordial da Terra no momento da Criação.
A atmosfera de nosso Planeta no 1o dia da Criação, se assemelha a atmosfera de Júpiter como ele se encontra atualmente.
A atmosfera de Júpiter é observada como uma alternância de bandas claras e escuras, dispostas paralelamente ao equador do planeta. Não se trata de elementos morfológicos fixos, como montanhas ou crateras, mas de nuvens de estrutura gasosa em movimento de revolução. Estas são o resultado da complexa dinâmica que caracteriza o planeta. É importante sublinhar que, quando se fala da superfície de Júpiter, faz-se referencia a uma estrutura atmosférica móvel e não a uma camada sólida. A superfície sólida de Júpiter está sepultada por um oceano (abismo) de dezena de milhares de quilômetros de fluidos, tanto em forma gasosa como líquida. Com uma densidade média de apenas 1.3 com respeito à da água, Júpiter está formado por elementos leves; o elemento mais abundante do planeta é o hidrogênio (88%), seguido pelo hélio (11%) e por outros componentes menores, como o nitrogênio, carbono e o enxofre. Combinando-se com o abundante hidrogênio, formam as camadas visíveis de nuvens á base de metano, amoníaco , assim como de hidrogênio sulfurado.

Apesar da composição da atmosfera de Júpiter ser bem diferente da Terra, conferindo ao planeta gigante uma dinâmica diferente do nosso, é a estrutura da atmosfera que chama a atenção. Composto por uma estrutura líquida e gasosa a ´atmosfera´ em que Júpiter se encontra, é parecida com o modelo planetário da Terra no primeiro dia da Criação.
Escrito por Augusto às 6:11 PM
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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 3
A Atmosfera de Júpiter
A estrutura de Júpiter trata-se de uma atmosfera, onde a forma gasosa e líquida estão misturadas por uma dinâmica própria da composição em que os elementos do planeta se encontram.
Em Júpiter sabemos que os elementos de sua atmosfera, estão em revolução por uma dinâmica de absorção de temperaturas provenientes de seu núcleo rochoso aquecido, conferindo a atmosfera do planeta, um complexo e turbulento estado de movimento. Uma atmosfera caótica, que pode lembrar a da Terra nos primórdios dias da Criação.
No Relato Sagrado é nos dito que houve “separação entre águas e águas”, “separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento”. Uma clara referência a estrutura líquida e gasosa que existia no 1o dia, misturadas na atmosfera caótica em que se encontrava o planeta.
É interessante observar que Júpiter possui um núcleo rochoso debaixo de um oceano de dezenas de milhares de quilômetros de fluidos, como a Terra possuía.

A composição da Atmosfera da Terra e de Júpiter são bem diferentes. No caso da Terra a composição da sua ´atmosfera´ é de nitrogênio (78%), oxigênio (21%) e pequenas proporções de outros gases, como o dióxido de carbono e o vapor de água. Júpiter possui os elementos, hidrogênio (88%), hélio (11%) e os componentes, nitrogênio, carbono,enxofre resultando em nuvens de amônia; portanto a dinâmica e características básicas são diferentes. Mas o que queremos apontar é o Modelo Estrutural em que se encontra, e que torna viável o relato Bíblico, lhe dando peso científico, pela evidência experimental observada.
O modelo estrutural de Júpiter nos ajuda entender como era a estrutura inicial de nosso planeta no 1o dia da Criação, e nos faz compreender como Criador estabeleceu o seu fundamento.
Escrito por Augusto às 6:10 PM
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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 4
Estabelecendo a Atmosfera na Terra
“E disse Deus: Haja um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas”. Gênesis 1:7

O que ocorreu no 2o dia da Criação foi uma organização da estrutura que existia como atmosfera primordial no Planeta.
A primeira coisa que Deus regulou no Planeta foi a Gravidade. Regulando essa força, a estrutura gasosa e líquida que dava uma característica disforme, pôde ser organizada e fazer-se então a “separação de águas e águas”. Com a Gravidade puxando o elemento líquido para a superfície e gravitando os gasosos, pôde-se divisar o ´Firmamento´.
Nossa atmosfera que antes possuía água “por baixo do firmamento ... e por cima do firmamento”, se estruturou em camadas divisadas pela força gravitacional. Hoje sabemos que nossa Atmosfera possui 5 camadas: troposfera (15km), estratosfera (15 a 50 km), mesosfera (50 a 80 km), termosfera (80 a 500 km) e exosfera (acima de 500 km). Por toda essa extensão até a mesosfera a água pode ser encontrada na forma de nuvens ou de vapor de água. Mas átomos de hélio (9,5%), oxigênio (89,5%) e nitrogênio (3%), compõem a Exosfera que é a parte exterior de nossa atmosfera, ao espaço. Foi a essas camadas que Deus chamou de firmamento.
Escrito por Augusto às 6:08 PM
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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 5
A Estrutura de Netuno X Terra no 2o dia da Criação
“Fez, pois, Deus o firmamento no meio das águas, e separou as águas que estavam debaixo do firmamento das que estavam por cima do firmamento. E assim foi.” Gênesis 1:7
Netuno, estruturalmente descrito, possui um núcleo rochoso de aproximadamente 16 mil km de diâmetro (um pouco maior que o da Terra), recoberto por um grosso oceano de gelo. Por cima dessa superfície sólida há uma atmosfera a base de Hidrogênio, Hélio, Metano e Amônia.
Essa atmosfera possui nuvens e ventos, que apesar de alcançarem uma velocidade de 1.600 km/h, não confere uma aparência tão turbulenta como a de Júpiter.
Uma cientista do Laboratório de Jet-Propulsão da Nasa, que era Diretora de Imagens do projeto Voyager, ao analisar as fotos do planeta concluiu - “O último Planeta do nosso sistema solar, (Netuno) parece com a Terra, com sua linda cor azul profunda, e suas lindas nuvens brancas flutuando na atmosfera”.O que fazia de Netuno ser classificado como um Planeta Gasoso e um dos gigantes de nosso Sistema planetário, era sua Atmosfera, que alcança o diâmetro equatorial de 49.5 mil km.
Atualmente com as Análises enviadas pela Sonda Voyager, e concluídas as observações, Urano e Netuno são considerados planetas ´sólidos´; o oceano congelado de Netuno tem a espessura de 8 mil km. “Urano e Netuno não são gigantes de gás mas gigantes de gelo”, essa é a atual conclusão da NASA sobre os dois Planetas.

O que confere essa camada de gelo espessa ao planeta é a distância do sol - 4,95 Bilhões de km, recebendo pouca energia e calor.
Agora imagine Netuno a uma distância ideal do Sol, para liquefazer seu oceano congelado, e teríamos um quadro da terra no 2o dia da Criação. Obviamente por ter uma atmosfera de composição diferente a da Terra, e um oceano que não se compõe de água, a dinâmica do Planeta não seria idêntica.
Mas nosso objetivo é buscar modelos estruturais, semelhante as fases que a Terra passou na Criação; e Netuno com seu núcleo rochoso,seu oceano (embora congelado) e sua atmosfera com ventos e nuvens, nos dão uma comprovação científica satisfatória.
Escrito por Augusto às 6:06 PM
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Modelos Estruturais da Origem da Terra – Parte 6
A Estrutura de Titã (Lua de Saturno) X Terra no 3o dia da Criação
“E disse Deus: Ajuntem-se num só lugar as águas que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco. E assim foi. Chamou Deus o elemento seco terra, e ao ajuntamento das águas mares. E viu Deus que isso era bom.” Gênesis 1:9 e 10

Nossa análise observatória e comparativa, se deterá na primeira parte do 3o dia, por razões óbvias; nenhum planeta ou corpo celeste de nosso sistema solar possui vida vegetal como descrita no final do 3o dia da Criação da Terra.
Embora não houvesse plantas em sua forma adulta (Gênesis 2:5), a aparência do planeta era um grande descampado deserto, limitado pelos riachos, rios, mares e oceanos.
Nenhum Planeta ou Corpo Celeste possui rios e oceanos liquefeitos; uns por não possuírem atmosfera e o vácuo não permitir a permanência de qualquer outro elemento líquido no mesmo; a maioria dos outros, por estarem distantes do Sol, e assim qualquer elemento líquido se apresentar congelado.
 
Portanto muitos dos Corpos Celestes de nosso Sistema Solar, possuem oceanos, mares e até rios, mas estão congelados, ou seus leitos estão secos.
Encontramos modelos estruturais semelhantes ao da Terra no 3o dia, embora em condições particulares a cada Planeta. Como sempre buscaremos modelos estruturais que nos permitam afirmar que o relato Bíblico é viável cientificamente por observação e comparação do que já existe no Sistema Solar.
Titã uma das Luas de Saturno, é a sensação dos Cientistas na busca por vida extraterrestre, devido ao seu modelo estrutural parecido com a Terra. Possui uma densa atmosfera, envolta com nuvens espessas, oceanos e mares de Metano líquido e até lagos entrecortados de montanhas. Um pouco maior que a nossa Lua, Titã se fosse composta de água seria exatamaente igual a Terra no início do 3o dia da Criação; atmosfera com nuvens, sistemas irrigatórios, e grandes sistemas formados de líquidos.
As análises que os cientistas fazem dos corpos celestes, em sua maioria é do espectro de luz, enviado por esse corpo; é uma análise complexa e complicada, feita em computador, a partir da luz que chega destes planetas. Conforme o espectro desta luz chega nas lentes dos telescópios, eles podem concluir quais os elementos que o planeta possui. Cada molécula, e elemento presente na atmosfera ou superfície destes planetas, enviam um espectro de luz diferente. Quando a luz é refratada pelo hidrogênio e o metano, comprimentos de ondas diferentes são refletidos pelo espaço a fora, e viajam até nós; analisados todo o espectro de luz de um planeta, e o comprimento de onda de cada ponto de luz, descobre-se a composição deste corpo celeste, e sua provável formação geoquímica.
Porém a ultima missão da Voyager ao passar próximo de Saturno, tirou fotos reveladoras, e rmostraram uma atmosfera com nuvens, uma superfície líquida, com ajuntamentos em formas de lagos e rios de metano. Apesar da distancia de Titã em relação ao sol não permitir liquefação de qualquer elemento, ela possui atividade vulcânica muito intensa, e sua atmosfera é aquecida o suficiente para garantir essa fluidez do metano.
A sensação de euforia da NASA vem da esperança de que alem de lagos de metano, possa existir alguma coleção de água, pois os ambientes líquidos são vários nesta lua.
A estrutura de Titã nos da evidencia de que o relato do Gênesis ao 3o dia, é viável até em nossos dias, pois essa lua permanece no mesmo modelo estrutural nesta fase em que se encontra, embora em condições de não albergar vida, por sua constituição elementar.
Escrito por Augusto às 6:05 PM
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MODELOS PLANETÁRIOS - Parte 7
Aquilo que observamos em a Natureza, é a evidência mais forte como argumento científico de um fato em análise. Júpiter, Netuno e Titã se encontram no mesmo Cosmos e Sistema que a Terra, quase sob as mesmas condições de radiação, gravitação e exposição ao Sol etc, embora sob constituição singulares.

Na busca por outros Planetas habitáveis, a própria Terra tem sido usada como modelo, em suas regiões inóspitas para traçar as estratégias de aproximação destes mundos. É plenamente lógico buscar em outros planetas elementos estruturais que nos ajudem a entender o Gênesis da Terra.
Percebemos claramente a similaridade das condições que estes Corpos Celestes possuem com a fase primordial do nosso planeta na Criação; dando credibilidade e peso científico, a um relato que constitui-se, um dos documentos mais antigos da humanidade.
As experiências que são feitas, as buscas que são realizadas, e as conclusões que todos nós chegamos sob a nossa origem, nossa existência e nosso destino, devem se fundir com sentimentos de empatia e nos identificar como humanos. É natural buscarmos as respostas para tais paradigmas embora não seja natural fazer disso motivo de diferenças.
A ciência é um pequeno instrumento nas mãos do Criador do Universo, e não deve ser super valorizada ou servir de parâmetro definitivo para conclusões extra-científicas, atingindo a Moral, Relações Humanas e a Espiritualidade; esses valores são preciosos demais para serem atingidos por avaliações da Ciência. Devemos buscar em uma fonte mais fidedigna, as respostas para os paradigmas que nos exigem respostas ...

O Criador do Universo se revela através do próprio Cosmos, e nele encontramos algumas respostas, mas é uma revelação incompleta de nossa origem, existência e destino. Há uma resposta superior e mais completa, e que devemos pesquisar com a mesma energia que fazemos ao vasculhar o Espaço Sideral.
Escrito por Augusto às 6:02 PM
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